Plataformas não podem ser trampolim para atentados contra a democracia

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Por: Coalizão Direitos na Rede

O pleito eleitoral do último domingo (30/10) seguiu dentro dos trâmites legais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O povo brasileiro foi às urnas e votou. O candidato Lula recebeu mais de 60 milhões de votos e venceu as eleições de forma legítima.

Nesse sentido, a situação pós-eleitoral no Brasil, com mobilizações que contestam de forma inconstitucional o resultado eleitoral, estão contando com o trampolim das plataformas digitais, ao amplificar mensagens antidemocráticas. Esse impulsionamento protagonizado pelas plataformas digitais deve ser contido com urgência.

"Cabe a elas, agora, adotar medidas efetivas, cumprir determinações judiciais e prestar contas das ações empregadas e seus resultados. Esta transparência é essencial para que a sociedade e autoridades identifiquem o que está sendo feito neste momento perigoso de levante contra a ordem democrática", diz um trecho da carta aberta pela democracia, assinada pela Coalizão Direitos na Rede, pelo DiraCom e mais de 20 outras entidades.